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Por
meio da Deliberação nº 557/69, de 10 de setembro de 1969, aprovada
pela Câmara de Vereadores e sancionada pelo Prefeito, Dr. Osmar Leitão
Rosa, foram instituídos o Brasão Heráldico e a Bandeira do Município
de São Gonçalo.
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Ao
centro, fica o Escudo, tipo português, dividido em : Campo em Blau (azul), com a roda dentada (engrenagem) de ouro sobrepondo seis galpões de fábricas com duas chaminés nas extremidades, tudo em prata. Campo de Sinople (verde), há um rio ondulado em prata; sobre o rio, no centro, um monte encimado por um cruzeiro, tudo em ouro. Acima do escudo, está a Coroa Mural (ou muralha) de prata, com cinco torres (esta figura é símbolo de município em todo o Brasil). Abaixo do escudo, está o Listel de Goles, com a divisa São Gonçalo e as datas 1646 na destra (direita) e 1890 na sinistra (esquerda) tudo em sable (preto). Sobre o suporte da direita há um ramo de café frutificado e, no suporte da esquerda, está a cana de açúcar, tudo nas próprias cores.
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A Bandeira Municipal consiste em um retângulo repartido por diagonais, formando quatro triângulos (dois Pares) nas cores azul e branco. Os dois pares de triângulos convergem ao escudo central, que é o Brasão do município.
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O Hino Oficial de São Gonçalo foi cantado em público pela primeira vez em dia 22 de setembro de 1970, no pátio da Prefeitura Municipal. Era a solenidade cívica comemorativa ao 90º Aniversário da Emancipação Político-Administrativa de São Gonçalo e o hino foi apresentado pelo Coral de Alunos do Colégio Municipal Presidente Castello Branco e do Colégio São Gonçalo, sob a regência do professor Elias Silva. A letra do Hino foi escrita pelo professor Geraldo Pereira Lemos, o poeta que mais tem cantado a Terra Gonçalense. A melodia é de autoria do clarinetista e maestro Jayoleno dos Santos, que levou o nome de São Gonçalo até a Orquestra Sinfônica Brasileira.
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São Gonçalo, cidade mui singela Erguida nos encantos de aquarela, Namorada de nós, os gonçalenses; Cidade que cresce dia-a-dia Monumento eternal, sol de alegria, Orgulho bem maior dos fluminenses.
Estribilho Teu passado cidade foi honroso, Teu futuro será maravilhoso, E o teu presente é fúlgida verdade. Teu povo sempre ordeiro e liberal... Semeia no teu seio maternal As propícias sementes da bondade.
Tens usinas com muitas chaminés, Que logo dizem prontas quem tu és, Oficina onde bate o rijo malho... Macedo, Palmier, eis o talento, Estephânia...oh, que grande monumento ! Eis homens fortes, prontos ao trabalho.
Tens igrejas festivas, cujos sinos Bimbalham puros sons, bem cristalinos, Da cidade fazendo pompa e glória... Em Neves, Alcântara ou Gradim, Certamente, esta graça tu tens, sim, A graça que engalana a tua história.
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