|
|
|
|
| ASSESSORIA DE EVENTOS - 2003 |
|
|
22 de setembro de 2003 - São Gonçalo
CENTENAS DE PESSOAS PARTICIPAM DAS COMEMORAÇÕES DOS 113 ANOS DO MUNICÍPIO DE SÃO GONÇALO. Em 6 de abril de 1579, o colonizador Gonçalo Gonçalves fundava São Gonçalo, que era uma sesmaria de sua propriedade. Mais tarde, mandou edificar a primeira capela, às margens do Rio Guaxindiba, marcando a colonização da sesmaria, e a Segunda às margens do Rio Imboaçu, com o nome do santo de sua devoção, São Gonçalo D'Amarante, daí atribuindo-se o nome ao Município. É nessa data, portanto, que realmente se lançava a pedra fundamental. São Gonçalo era habitado, na época, pelos índios Tamoios, cujas domínios estendiam-se até Angra dos Reis. Seu desmembramento, iniciado no final do século XVI, foi efetuado pelos jesuítas que, no começo do século XVII, instalaram uma fazenda na zona conhecida como Colubandê, às margens da atual RJ-104. Essas terras foram doadas em sesmaria, ainda na primeira metade do século, a Gonçalo Gonçalves, que edificou, às margens do Rio Guaxindiba, uma capela dedicada a São Gonçalo, como marco da colonização. Em 1646, foi alçada à categoria de paróquia, já que, segundo registros da época, a localidade-sede ocupava uma área de 52 Km2 , com aproximadamente 6 mil hab., sendo transformada em freguesia. Visando a facilidade de comunicação, a sede da sesmaria foi posteriormente transferida para as margens do Rio Imboaçu, onde foi construída uma Segunda capela, monumento atualmente restaurado. O conjunto de marcos históricos remanescentes do século XVII inclui a Fazenda Nossa Senhora da Boa Esperança, em Ipiíba, e a propriedade do capitão Miguel Frias de Vasconcelos, no Engenho Pequeno. A capela de São João, Porto do Gradim, e a Fazenda da Luz, em Itaoca, são lembranças de uma passado colonial em São Gonçalo. Em 1860, 30 engenhos já estavam exportando através dos portos de Guaxindiba, Boaçu, Porto Velho, e Ponta de São Gonçalo. Dessa época, as fazendas do Engenho Novo e Jacaré (1800), ambas de propriedade do Barão de São Gonçalo, o Cemitério de Pachecos (1842) e a propriedade do Conde de Baurepaire Rohan, na Covanca (1820), são os elementos mais importantes. Em 22 de setembro de 1890, o Distrito de São Gonçalo é emancipado politicamente e desmembrado de Niterói, através do decreto estadual nº 124. No dia de hoje São Gonçalo comemorou 113 anos de Emancipação Política e Administrativa, mas muita coisa mudou desde 1579, no desfile de hoje podemos ver uma São Gonçalo moderna e com toda estrutura necessária, para garantir o sucesso das gerações futuras. Os militares abriram os desfiles com o grupamento conduzindo as bandeiras históricas, seguidos pelos heróicos ex-combatentes da 2º Guerra Mundial, pelo Corpo de Fuzileiros Navais, pelos integrantes do SAVRA, pelos integrantes do 3º Batalhão de Infantaria, 19º Batalhão Logístico, 7º Batalhão de Policia Militar, Batalhão da Policia Rodoviária, Corpos de Bombeiros, Guarda Municipal. Na parte civil do desfile os primeiros a desfilarem foram os colecionadores de Carros Antigos, o grupo de motoqueiros Carrasco de Ferro, os portadores de necessidades especiais da APAE - ABRAE - APADA - CEREI - CODESG, os Escoteiros, Universo em Desencanto, SEMSA Projeto Sorriso Legal, Projeto PIELPNE e Escola Municipal de Iniciação Musical Pixinguinha. A SEMELTUR trouxe representantes do Projeto Malhação nas Praças, Projeto Se LIga e os Atletas medalhistas da Liga Gonçalense de Desportos. Logo após cinquenta Escolas do município realizaram seus desfiles com grande aclamação do público presente. No palanque das Autoridades localizado em frente a Prefeitura Municipal, o Prefeito Henry Charles acompanhado pelo Secretário de Esportes Lazer e Turismo Dr. José Antônio Machado, pela Deputada Federal Elaine Costa e demais autoridades tiveram uma visão privilegiada do desfile.
|
|